F1: Haas termina GP dos Estados Unidos sem pontos e abandono de Bearman

A Haas sofreu um GP dos Estados Unidos da Fórmula 1 amargo neste domingo (25), com Esteban Ocon terminando fora da zona de pontos e Oliver Bearman se vendo obrigado a abandonar.

Após ter largado da 15ª colocação, o francês chegou a ter algumas brigas na pista, mas foi engolido pela dupla da Audi. Ainda, ao menos superou Arvid Lindblad para cruzar a linha de chegada na 14ª colocação.

Faça o F1Mania.net sua fonte preferida de notícias no Google e também no Google Discover.

“Tivemos uma largada excelente, como sempre acontece; lideramos as estatísticas nesse quesito. Desde o início do ano, sempre ganhamos duas ou três posições na largada, e conseguimos repetir isso no COTA. Fico orgulhoso do bom trabalho que realizamos nesse aspecto; o pit stop também correu bem, mas, no segundo stint, tivemos dificuldade para manter os outros carros atrás”, disse.

“Os problemas que enfrentamos ao longo do fim de semana reapareceram: continuei lidando com o travamento das rodas dianteiras e com bastante understeer em alta velocidade. Precisamos, de fato, trabalhar nessas inconsistências, entendê-las e garantir que consigamos eliminá-las no México. O ponto positivo é que conseguimos amenizar um pouco a situação por meio do acerto do carro, mas esse é o limite do que podemos fazer com as peças atuais”, completou.

Oliver Bearman (GBR) Haas F1 Team VF-26.
Foto: XPB Images

Enquanto isso, o britânico travou uma briga com Pierre Gasly, o que lhe rendeu uma punição, e ainda um toque danificou o seu carro, o obrigando a abandonar a disputa. “Após o VSC, consegui uma boa relargada e estava com um bom nível de bateria, tanto que alcancei os dois carros à minha frente muito rapidamente. Isso forçou o Pierre a adotar uma postura defensiva na curva 12; na curva 13, tentei uma ultrapassagem por dentro.”

Siga o F1Mania.net e receba as últimas notícias da Fórmula 1 pelo WhatsApp.

“Sendo sincero, ele me viu, já que deixou um espaço, mas, na minha opinião, não foi o suficiente. Ele deixou espaço, mas apenas o equivalente à metade de um carro. Como eu já estava comprometido com a manobra, acabamos nos tocando — meu carro sofreu danos consideráveis, e provavelmente o dele também. É uma pena, pois sinto que já fui punido severamente: o dano arruinou minha corrida e, além disso, ainda recebi uma punição. Na minha visão, foi um incidente de corrida”, continuou.

“Tentei a manobra e achei que merecia mais espaço do que recebi; não perdi o controle e precisei subir na zebra para tentar evitar o contato. Não me arrependo de ter tentado, porque, nesta fase da temporada, se não fizermos algo especial — contando com um pouco de sorte e sendo agressivos —, não vamos pontuar, já que nem sempre temos velocidade suficiente para conquistar pontos apenas por mérito”, concluiu.