Oliver Bearman lamentou a atual fase vivida pela Haas na temporada da Fórmula 1 e destacou que estão brigando com as ‘mãos amarradas nas costas’ a medida que o ano desenrola.
O time americano começou a campanha com rendimento em alta, conseguindo somar pontos em cinco dos primeiros seis finais de semana do calendário. Inclusive, na China, o britânico cruzou a linha de chegada em um positivo quinto lugar.
Entretanto, sendo a equipe com o menor orçamento do grid, começou a cair de desempenho e agora está na oitava posição do mundial com nove pontos de vantagem em cima da Audi. “É uma situação difícil pela qual nossa equipe está passando. Temos conversado muito sobre isso, mas a inconsistência entre as nossas peças tem sido bastante elevada”, admitiu.

“Já vivenciei os dois lados dessa situação, tanto o negativo quanto o positivo, mas é uma pena, pois isso significa que você está sempre tentando acertar um alvo em movimento. De um dia para o outro, o equilíbrio do carro pode mudar sem que esperemos por isso. Em suma, a disputa que travamos nem sempre é justa; às vezes, sentimos como se estivéssemos lutando com as mãos praticamente amarradas às costas”, seguiu.
Mas mesmo sofrendo com o desempenho de maneira geral, Ollie exaltou como tem guiado. “É claro que sinto que estou tendo um desempenho de altíssimo nível; percebo claramente uma evolução nas minhas atuações em relação a 12 meses atrás, e até mesmo em comparação com o início da temporada. É só isso que posso fazer”, disse.
“Neste momento, não estamos na briga por pontos. Não estamos disputando muita coisa além de tentar extrair o máximo de nós mesmos e aprender o máximo possível durante este período difícil, na esperança de que, em breve, tenhamos desempenho suficiente para colocar isso em prática e pontuar. Tem sido um desafio para nós. Estou satisfeito com o meu trabalho, mas a história não é necessariamente aquela que aparece nas manchetes”, concluiu.
