F1: Alpine vive GP dos EUA de opostos com top-10 de Gasly e abandono de Colapinto

A Alpine viveu dois cenários diferentes no GP dos Estados Unidos da Fórmula 1 do domingo (25). Enquanto Pierre Gasly conseguiu garantir mais um ponto, Franco Colapinto precisou abandonar a disputa.

O francês largou da décima colocação e conseguiu terminar no mesmo posto, dentro da zona de pontuação. Ao fazer um balanço da disputa no Circuito das Américas, reconheceu que o time não conseguiria alcançar mais.

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“No fim das contas, largamos em 10º, terminamos em 10º e conseguimos conquistar um ponto na corrida de hoje. Dadas as circunstâncias, acho que foi um bom resultado, era o máximo que poderíamos ter alcançado hoje. Foi uma pena o incidente com o Ollie [Bearman]; o contato foi leve, mas causou danos significativos ao meu carro.”

“Ao ver o carro após a corrida, fiquei surpreso com os danos no assoalho, do lado direito, faltava uma parte considerável de fibra de carbono. Levando isso em conta, além da perda de desempenho, foi positivo conseguir manter a 10ª posição. Também tivemos um pit stop lento devido a uma falha técnica, que a equipe está investigando para entender o que aconteceu”, seguiu.

“Talvez eu pudesse ter disputado posição com o Liam [Lawson] e colocado pressão nele pelo 9º lugar, mas hoje não foi possível. No geral, estou satisfeito com o ponto conquistado; agora seguimos para a Cidade do México, prontos para ver o que aquele fim de semana nos reserva”, concluiu.

Pierre Gasly (FRA) Alpine F1 Team A526 makes a pit stop.
Foto: XPB Images

Enquanto isso, o argentino teve um toque com Arvid Lindblad, ficou com problemas no carro e sem ter possibilidades de continuar, abandonou a disputa no COTA. “Não é nada agradável ter que assistir ao final da corrida de fora, pela segunda vez consecutiva — desta vez, por ter sofrido danos no carro. Fiquei espremido entre dois carros na subida em direção à Curva 1 e vi o Pierre saindo dos boxes, por dentro”, falou.

“O Arvid [Lindblad] veio por fora, eu fiquei sem ter para onde ir e, infelizmente, acabamos nos tocando. O assoalho e a lateral do carro ficaram destruídos, o que tornou impossível continuar até o fim. Tínhamos optado por largar com pneus duros, tentando uma estratégia diferente da dos demais, mas sabíamos que seria difícil avançar.”

“O equilíbrio do carro parecia bom quando eu estava com pista livre, mas, largando lá atrás, sofremos por ter que andar no tráfego e com o ar turbulento. Agora, estou ansioso para ir à Cidade do México e espero que possamos mudar a nossa sorte”, encerrou.

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