Dada a saída da Honda após a temporada de 2021, a Red Bull está procurando congelar o desenvolvimento do motor. Isso permitiria que eles assumissem o comando do motor Honda e continuassem com a mesma unidade de potência. No entanto, nem todas as equipes concordam com isso, então resta saber o que vai acontecer.
Tanto a Ferrari quanto a Renault são contra o congelamento do desenvolvimento do motor. A Mercedes concorda com isso, mas o chefe da equipe, Toto Wolff, não vê isso acontecendo.
“Se dois fabricantes não concordam, não pode acontecer. Eles tem seus motivos para recusar, mas foram muito claros sobre isso. Então, infelizmente, não vejo isso acontecendo”, disse Wolff ao Motorsport -Total.com.
Uma proposta alternativa poderia ser a introdução de um ‘limite de desempenho’, através do qual os fabricantes seriam artificialmente desacelerados para equilibrar mais o grid. Mas Wolff não gosta nada disso.
“Isso seria o começo do fim para a Fórmula 1. Introduzir algo assim em um esporte que é tão competitivo minaria todo o DNA do esporte.”
Mas ele acha que é uma opção antecipar os novos regulamentos de motores de 2026, em parte para tornar a Fórmula 1 mais sustentável. “Acredito que esta geração de motores provará que, com os motores híbridos atuais, podemos dar um grande passo para o novo mundo”, concluiu.
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