O chefe da equipe Mercedes, Toto Wolff, apoia os organizadores do esporte a pelo menos igualar o calendário da F1 da última temporada, de 17 corridas, após as primeiras informações que o GP do Canadá seria cancelado devido à pandemia do coronavírus.
A corrida deste ano em Montreal está agendada para 13 de junho, mas informações na quinta-feira passada diziam que ela seria cancelada pelo segundo ano consecutivo, embora os organizadores da F1 declarassem que as discussões continuavam em andamento.
Wolff disse: “Acho que o esporte tem se saído muito bem, a FIA e a FOM conseguiram garantir que realmente tivéssemos um campeonato no ano passado, e acho que fomos o único campeonato mundial global que continuou.”
“Tivemos um calendário com 17 corridas e estou bastante confiante de que teremos as mesmas ou mais corridas este ano. Eles estão fazendo um excelente trabalho e a estrutura e logística funcionam muito bem.”
O calendário do ano passado foi drasticamente alterado depois que as equipes chegaram para a corrida de abertura da temporada na Austrália, que acabou sendo cancelada quando a verdadeira gravidade da pandemia de Covid-19 se tornou conhecida, e alguns membros da McLaren testaram positivo naquela ocasião.
A organização da categoria conseguiu montar uma temporada com 17 corridas, dependendo fortemente de novos circuitos europeus, eventos consecutivos nos mesmos locais, e a reintrodução de pistas que haviam sido deixadas de lado há muito tempo.
O calendário proposto para este ano tem principalmente destinos na Europa Ocidental até meados de setembro, após o qual viaja para a Rússia, Singapura, Japão, Estados Unidos, México, Brasil e Austrália, antes de terminar no Oriente Médio com a Arábia Saudita e Abu Dhabi.
Neste momento, as corridas de Singapura, Japão, México e Brasil, são as que estão sob maior risco de não serem realizadas.
Apesar da natureza global dos planos, Wolff continua confiante. Ele acrescentou: “Se não houver um aumento do surto ou de uma variante mais agressiva, acho que devemos ter uma boa temporada”, concluiu.
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