O jornalista da Sky F1, Ted Kravitz, ponderou se a Mercedes poderia considerar Fernando Alonso, como uma alternativa a Lewis Hamilton, no caso da aposentadoria do britânico.
Poucos dias depois de Sebastian Vettel anunciar sua aposentadoria da Fórmula 1 no final de 2022, a Aston Martin anunciou Fernando Alonso como substituto do alemão.
Isso significa que Alonso deixará a Alpine e retornará a uma equipe com motor Mercedes pela primeira vez desde 2007, quando foi companheiro de equipe de Hamilton na McLaren, no que foi a temporada de estreia de Hamilton na F1.
O heptacampeão ainda parece comprometido com a Fórmula 1 e a Mercedes, suas performances e resultados estão em uma trajetória ascendente no momento, enquanto a Mercedes busca recuperar o terreno perdido após a revisão dos regulamentos para este ano. Hamilton tem contrato com a equipe até o final de 2023.
No entanto, Kravitz questionou se, caso Hamilton resolva se aposentar ou dar um tempo em sua carreira em um futuro próximo, a Mercedes poderia querer Alonso na equipe?
George Russell é visto como a futura estrela a liderar a Mercedes, mas sem nenhum piloto júnior do time ainda perto de um avanço para a Fórmula 1, talvez a Mercedes pudesse querer avaliar se Alonso ainda está à altura de substituir Hamilton, segundo Kravitz.
“O que também é interessante, é Fernando voltar a usar motores Mercedes”, disse Kravitz à Sky Sports News. “Fernando não usa motores Mercedes desde que deixou a McLaren pela primeira vez, em um clima péssimo. Então, isso precisaria de uma aprovação de Toto Wolff, que obviamente consentiu. Dessa forma, seria ridículo pensar que a Mercedes queria Fernando de volta em sua família, só para ver como ele está atualmente?”
“Se Lewis decidir parar por qualquer motivo, e eles precisarem de um campeão para colocar ao lado de George, não seria o fim do mundo imaginar que a Mercedes estivesse observando como Fernando estaria, mesmo com 41 anos?”
“Você pode considerar que isso é muito improvável, mas como este anúncio da ida de Fernando para a Aston Martin prova, tudo é possível na F1!”, concluiu.
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