Impacto da batida de Tsunoda não foi devidamente absorvido, diz Scarborough

Foi um final de semana agitado em Ímola. Um dos fatos que chamaram a atenção, foi o acidente de Yuki Tsunoda no TL3, no qual a traseira do carro ficou completamente destruída. O jornalista da Fórmula 1, Craig Scarborough, analisou o acidente e explicou o que foi tão impressionante na traseira do carro.

“O interessante sobre o acidente foi a forma como a traseira ficou destruída”, disse Scarborough em um vídeo no canal do YouTube de Peter Windsor. “Na parte de trás do carro existe um sistema que supostamente absorve o impacto em um acidente. O mais impressionante nesse acidente é que o sistema permaneceu praticamente intacto, enquanto a parte com a caixa de câmbio quebrou primeiro.”

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Ele continuou: “Não é assim que deveria funcionar. Se este sistema de impacto não funcionar e a caixa de câmbio quebrar, todos os danos subsequentes podem atingir a parte traseira do motor, que de forma alguma é capaz de suportar o impacto de um acidente.”

Scarborough explica que o impacto diagonal fez com que a caixa de câmbio recebesse o maior impacto. Além disso, as regras do teste de colisão dianteiro são diferentes do traseiro. Na frente, o nariz é testado para garantir que não quebre devido a um impacto muito leve, mas esta regra não se aplica à parte traseira.

Portanto, se o carro colidir com a barreira em um certo ângulo, o dano nem sempre será absorvido pelo sistema que se destina a isso, mas sim por peças como a caixa de câmbio, ou em casos ainda mais graves, até mesmo o motor.

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