F1: Russell não esperava impacto tão violento quando pegou a zebra

George Russell afirmou que seu abandono no GP do Canadá de Fórmula 1, foi uma ‘pílula amarga de engolir’, principalmente com a Mercedes novamente mostrando sinais positivos na pista.

O piloto britânico bateu na curva 9 durante a volta 13, depois de abrir muito uma curva antes, pular a zebra e perder a tração no pouso.

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Danos foram causados na asa traseira direita, na asa dianteira, e na roda traseira direita, mas depois de voltar lentamente aos boxes sob Safety Car, Russell conseguiu continuar, embora na parte de trás do grid.

Russell falou à imprensa: “Fui um pouco largo na curva 8, sabia que iria bater na zebra, mas não esperava que a zebra tivesse uma resposta tão violenta, então fiquei no ar, perdi a traseira quando aterrissei, e depois fui na parede.”

“Tudo aconteceu realmente de repente. Peço desculpas para a equipe, pois com certeza P3 e P4 era possível para nós dois. Mas o lado positivo é que o carro era razoavelmente competitivo”, acrescentou.

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Russell continuou: “Para ser honesto, fiquei surpreso por ter conseguido continuar, estava muito perto de parar, mas aprendi com minha experiência em Silverstone a não parar tão cedo”, disse ele se referindo ao acidente que se envolveu com Guanyou Zhou no GP da Inglaterra em 2022, quando desceu para ajudar o chinês, e quando retornou ao carro para ir aos boxes, foi obrigado a abandonar pois os fiscais já haviam mexido no carro.

“Com certeza, é uma pílula difícil de engolir, mas é assim que o esporte deve ser, uma vez que você comete um erro, você deve ser punido por isso”, disse o britânico.

Apesar de continuar, Russell acabou se retirando da corrida nos estágios finais, com sua equipe Mercedes, sugerindo que a temperatura do freio dianteiro esquerdo era crítica.

Sobre o estado de seu W14 depois de voltar à corrida, Russell falou: “Não parecia perfeito, mas era absolutamente bom o suficiente para continuar.”

“Provavelmente poderíamos ter terminado em oitavo, mas estávamos com muito tráfego. Pelas previsões pré-corrida, não esperávamos estar nessa posição, por isso provavelmente colocamos os freios no lugar errado”, finalizou Russell.