F1: Haas tem falta de ritmo e quer reação em Monza

Oliver Bearman terminou a sessão de classificação do GP da Holanda de Fórmula 1 em 15º, depois de sentir uma diferença inesperada entre o desempenho do carro da Haas na corrida Sprint e no classificação. O britânico afirmou que o carro parecia mais confortável, mas o tempo de volta não apareceu.

“Estou realmente confuso agora depois da sessão de classificação, porque a sensação estava muito melhor e no carro eu estava um pouco mais feliz em comparação com ontem e até mesmo com esta manhã”, afirmou Bearman. Segundo ele, os pneus e o ritmo pareceram competitivos durante a Sprint, mas foi mais difícil extrair desempenho na sessão de classificação.

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Oliver Bearman (GBR) Haas F1 Team VF-26.
Foto: XPB Images

Esteban Ocon terminou em 14º e avaliou que não havia muito mais a ser feito durante o Q1: “Acho que não poderíamos ter sido mais rápidos na sessão de classificação, são três décimos para o carro à nossa frente. Fiz uma volta muito boa, bem otimizada, e realmente não havia nada que pudéssemos ter feito melhor”, disse ele.

O francês também destacou a necessidade de novas atualizações para que a Haas possa avançar no grid: “Precisamos que as atualizações cheguem o mais rápido possível, o que deve acontecer na próxima corrida, para podermos lutar mais à frente”, acrescentou.

O chefe da Haas, Ayao Komatsu, atribuiu parte do resultado de Bearman às condições dos pneus e ao tráfego durante a preparação da volta. Segundo ele, o piloto foi prejudicado por Yuki Tsunoda e Liam Lawson e ‘perdeu um pouco da preparação dos pneus, então não teve aderência’. Komatsu, porém, elogiou a operação da equipe e afirmou que Ocon conseguiu mostrar o real potencial do carro, à frente da Williams de Alex Albon.

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