A Aston Martin deixou o GP da Holanda 2026 de Fórmula 1 com dois pontos conquistados por Fernando Alonso, mas a equipe ainda considera que há desempenho a ser encontrado no carro. Para Mike Krack, Chefe de Operações de Pista, o resultado em Zandvoort representa um avanço, embora a equipe precise de mais corridas para compreender completamente as atualizações introduzidas recentemente.
Krack explicou que o pacote de atualizações apresentado no GP da Hungria ainda está em fase de adaptação. Segundo ele, a equipe precisa acumular mais sessões para entender como tirar o melhor proveito das novas soluções e também da unidade de potência recém-introduzida: “Estamos conhecendo cada vez mais este pacote. Acho que dissemos, com o grande pacote que introduzimos em Budapeste, que seriam necessárias algumas sessões para aprender a lidar com ele e a aprender como ajustá-lo. E o mesmo vale, na verdade, para a introdução da unidade de potência agora. Precisamos aprender a usá-la, precisamos aprender a otimizá-la e acho que isso realmente vai nos levar algumas etapas, mas foi um bom passo à frente.”

A avaliação positiva não significa que a Aston Martin já tenha alcançado o limite de seu novo conjunto. O dirigente destacou que mudanças de grande escala tornam mais difícil encontrar a configuração ideal em todas as sessões, especialmente diante da intensidade do calendário.
“Se você tem mudanças nesta grande escala com a intensidade das sessões, é sempre difícil extrair o máximo delas o tempo todo. E quanto mais sessões tivermos, mais vamos conseguir controlar isso, mas sempre haverá sessões em que você terá um pouco mais de dificuldades, outras em que será mais fácil e acho que tivemos uma configuração bastante boa neste fim de semana.”
A equipe agora espera que a sequência de corridas permita um desempenho mais consistente. Apesar das dificuldades enfrentadas ao longo do fim de semana na Holanda, o retorno dos pilotos sobre o novo pacote tem sido positivo.
