Se tudo correr conforme o planejado, a temporada de Fórmula 1 de 2021 será composta por 23 corridas. Tem sido questionado regularmente se isso não vai ser demais. De acordo com o CEO da F1 Stefano Domenicali, o campeonato está chegando ao seu limite.
Nos últimos anos o calendário não parou de crescer, com exceção de 2020 que teve ‘apenas’ 17 GPs. Este ano, o Grande Prêmio da Arábia Saudita foi adicionado ao calendário e o GP da Holanda fez o seu tão esperado retorno. Também há conversas sobre o retorno à Alemanha e Miami também quer uma corrida própria.
Portanto, há muita procura para organizar um GP, mas Domenicali sabe que o limite está quase atingido. “Acho que mais que 23 corridas é muito improvável, ainda que seja possível. No momento existe uma enorme interesse em organizar um Grande Prêmio. No futuro, teremos que pensar cuidadosamente sobre quais países são importantes para a nossa estratégia”, disse o italiano à Auto, Motor und Sport.
Ímola e Portimão farão terão suas corridas este ano, mas não têm vaga garantida no calendário de 2022. Domenicali acredita que é possível alternar alguns circuitos ano a ano. Contanto que o equilíbrio certo seja alcançado.
“Alguns dos eventos do ano passado vieram do fato de serem locais históricos e circuitos espetaculares. Mas esses locais também precisam ter força financeira para realizar um evento”, concluiu Domenicali.
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