A Ferrari deve priorizar os preparativos para a temporada de 2022, afirmou o ex-diretor técnico da equipe de Maranello, Ross Brawn.
Brawn, atual chefe esportivo da F1, foi questionado pelo italiano La Gazzetta dello Sport, sobre quanto tempo levaria para a Ferrari sair de sua ‘depressão’ competitiva.
“Acho que 2022 é uma grande oportunidade, com uma nova filosofia”, respondeu ele, referindo-se aos novos regulamentos.
“Não tenho dúvidas de que eles trabalharão duro em Maranello no carro do próximo ano, mas sua prioridade deve ser 2022. Eles não podem perder essa oportunidade”
Depois que Michael Schumacher mudou da Benetton para a Ferrari em 1996, Brawn juntou-se a ele um ano depois, e como diretor técnico, supervisionou a série de cinco títulos da lenda da F1 entre 2000 e 2004.
Mais tarde, a dupla se reuniu na Mercedes com menos sucesso.
O ex-chefe da Mercedes, Norbert Haug, negou que Schumacher foi ‘expulso’ da equipe por Lewis Hamilton, argumentando que o alemão poderia ter conquistado títulos em 2014 e depois.
“Não, não foi”, disse Haug ao Sport1, quando questionado se Schumacher foi ‘forçado’ a uma aposentadoria.
“Se você observar, verá que Michael estava perto de completar 44 anos quando se aposentou, mas isso não significa que ele não era mais capaz de vencer em 2013, 2014 e 2015. Acho que ele poderia até ter conquistado mais títulos”, disse ele.
“Quando Michael estava conosco, tudo era voltado para a era do motor híbrido, que começou em 2014”, concluiu.
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