Marko sobre Red Bull F1: “Mudança para combustível E10 não custou quase nada de desempenho”

Helmut Marko disse que a mudança para o combustível E10 na temporada 2022, não custou quase nada para a Red Bull em termos de desempenho.

A F1 anunciou em 2021 que a categoria mudaria para um novo combustível composto por 10% de etanol e 90% de combustíveis fósseis, em uma tentativa de continuar seu caminho para um esporte mais verde.

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Essa mudança entrou em vigor em 2022, ao mesmo tempo que a grande revisão nos regulamentos, e foi projetada para ajudar a desenvolver um combustível 100% sustentável.

Mesmo antes do início da temporada, previa-se que essa questão do combustível teria um enorme impacto na F1, e na maneira como os fornecedores de motores construíam as unidades de potência. O diretor-gerente de powertrains da Mercedes, Hywel Thomas, disse que foi a maior alteração desde a mudança de 2014 para motores turbo V6 de 1,6 litro, mais econômicos e ecológicos.

“A mudança este ano para o combustível E10, é provavelmente a maior alteração que tivemos desde 2014”, disse Thomas ao F1.com. “Então, foi um empreendimento considerável garantir que realmente desenvolvemos esse combustível, e não deve ser subestimado quanto trabalho isso deu.”

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“Com o novo combustível, o congelamento do desempenho da unidade de potência ao longo da temporada, e o carro novo, foi um grande desafio para todos os envolvidos, especialmente a equipe de HPP (Powertrains de alto desempenho).”

Embora os problemas da Mercedes nesta temporada não tenham sido apenas com o tipo de combustível, uma equipe que não teve queda no desempenho foi a Red Bull. O consultor da equipe Helmut Marko, disse que a Honda não perdeu ‘quase nada em termos de desempenho’.

Marko foi perguntado pelo motorsport-total.com, quanto da mudança de velocidade nas curvas para velocidade nas retas, era Red Bull e quanto era Honda.

“O conceito do carro vem de Adrian (Newey), que criou um carro que produz muito downforce com pouca resistência do ar. Isso é uma coisa.”

“A outra coisa é que a Honda evoluiu, e a mudança para o E10 quase não custou potência. É a combinação de ambos. Agora é apenas uma abordagem completamente diferente. Nos anos anteriores, éramos principalmente os mais lentos nas retas. Agora somos os mais rápidos. Muito legal. E nas curvas não perdemos quase o que ganhamos nas retas”, concluiu.

 

 

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