Charles Leclerc conseguiu conquistar três vitória na temporada 2022 até o momento, e o monegasco acredita que essa primeira metade de temporada, foi a sua mais forte em sua carreira na F1 até hoje.
O piloto da Ferrari ocupa atualmente a segunda posição no campeonato de pilotos, e é o mais próximo do atual líder do campeonato, Max Verstappen, porém está 80 pontos atrás do holandês da Red Bull.
Depois da introdução dos novos regulamentos técnicos na F1 no início da atual temporada, a Ferrari e a Red Bull surgiram como as duas equipes mais fortes, deixando a ‘poderosa’ Mercedes para trás, e com muitos problemas com o ‘porpoising’, que aparentemente, só foram resolvidos nas últimas corridas antes das férias da F1.
A Ferrari e Leclerc demonstraram um ritmo impressionante, com Leclerc conquistando sete pole positions e normalmente superando o companheiro de equipe, Carlos Sainz.
Quando solicitado a dar uma opinião sobre sua temporada até agora, Leclerc comentou: “Eu realmente sinto que esta primeira parte da temporada foi a minha mais forte na F1”, disse Leclerc à BBC Sport.
“A maneira como trabalhamos como equipe, em termos de encontrar o ajuste certo, em termos de preparação para a volta de qualificação no Q3, ou apenas preparando para a corrida, foi a melhor que já tive na F1”, disse ele.
Mas os diversos problemas de confiabilidade do carro, alguns erros de pilotos, e principalmente, os muitos erros de estratégia da Scuderia, deixaram a equipe e o monegasco em uma situação mais complicada, estando muito atrás tanto no campeonato de pilotos, quanto no de construtores.
No entanto, o piloto monegasco acredita que seu bom ritmo, significa que sua abordagem geral não precisa mudar. “Não há necessidade de eu mudar essa abordagem”, acrescentou Leclerc.
“Mais uma vez, apenas tentar crescer com os erros, porque estou extremamente feliz com o desempenho que tive. E isso eu quero manter. Portanto, não haverá nenhuma mudança significativa. Só precisamos tentar trabalhar em equipe para montar bons finais de semana para as nove corridas restantes, e ver onde terminamos”, concluiu.
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