Hamilton fala novamente sobre controvérsia do uso de joias na F1

No final de semana do GP da Austrália em abril, o diretor de corrida da F1, Niels Wittich, anunciou restrições mais rígidas sobre as joias que os pilotos podem usar enquanto estão na pista, citando razões de segurança.

Lewis Hamilton, conhecido pelo uso de várias joias e piercings, achou que estava sendo especificamente alvo dessa medida, e um impasse se seguiu entre o sete vezes campeão e a FIA, em relação a quando ele teria que remover seus piercings.

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No final, a decisão entrou em vigor no GP da Inglaterra em julho, quando Hamilton teve que remover o piercing do nariz, para evitar a ameaça de uma possível proibição de corrida.

Na coletiva de imprensa do GP de Miami em maio, Hamilton estava claramente fazendo questão de mostrar muitas joias, usando o maior número possível de itens de joalheria e relógios.

Ele agora admitiu que foi realmente uma provocação, e também que seu comentário sobre ter um piercing que ele não podia ‘realmente explicar onde está’, era apenas uma piada.

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“Apenas coloquei o máximo que pude”, disse Hamilton durante entrevista à edição de setembro da revista Vanity Fair, referindo-se à coletiva de imprensa de Miami.

“Eu não tenho nenhum outro piercing em nenhum lugar. Mas eu amo que haja esse pensamento: ‘Merda, ele tem piercing nas bolas?’, disse ele rindo.

O piloto da Mercedes disse que sua atitude em relação ao assunto, foi influenciada por uma antipatia por regras rígidas que o acompanharam ao longo de sua vida.

“Desde criança… regras”, disse o piloto de 37 anos. “Eu nunca amei que me dissessem o que fazer. As pessoas adoram ter poder e impor esse poder”, acrescentou.

Outro aspecto proeminente da aparência de Hamilton é sua variedade de tatuagens, e ele explicou o significado da arte corporal em seu peito que diz: ‘Poderoso além da medida’.

Ele explicou que se originou de uma citação da escritora Marianne Williamson, que diz: “Nosso medo mais profundo não é que sejamos inadequados. Nosso medo mais profundo é que somos poderosos além da medida. É a nossa luz, não a nossa escuridão, que mais nos assusta”.

Hamilton explicou: “Nós nos limitamos a maior parte do tempo. E onde realmente me atingiu com força é que nunca deveríamos ter que diminuir nossa luz para fazer os outros se sentirem bem.”

“No mínimo, devemos brilhar o máximo que pudermos para liberar os outros para fazerem o mesmo. Eu vivo minha vida por essa citação. Por muito tempo na minha vida, senti que estava diminuindo minha luz porque me sentia desconfortável”, concluiu.

 

 

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