Sebastian Vettel viveu um momento bastante emotivo no GP da Itália da Fórmula 1. No último domingo (8), teve a oportunidade de guiar o F2002 da Ferrari em uma homenagem a Michael Schumacher.
A passagem por Monza teve uma série de lembranças do heptacampeão mundial, já que 2026 marca 30 anos de sua primeira temporada defendendo a escuderia de Maranello. Portanto, o time fez pintura especial e Lewis Hamilton e Charles Leclerc também vestiram macacões com sete estrelas, cada uma representando um título.
Não apenas isso, Rubens Barrichello, ex-companheiro de Michael, e Vettel, amigo próximo do piloto, tiveram a oportunidade de guiar o F2002, carro da temporada de 1996. O brasileiro andou no sábado e o alemão, no domingo.
Pouco antes das voltas pelo circuito de Monza, o tetracampeão da F1 disse que “antes de tudo, é pelo meu amigo e para relembrar aquele momento, que foi muito emocionante”.

“Ele é o meu herói de infância; mais tarde, desenvolvemos uma conexão profunda de amizade, ficamos bem próximos e compartilhamos muitas lembranças boas. Acho que preferiríamos muito mais vê-lo pilotando hoje do que a mim, eu mesmo penso assim. Estou ansioso pelo momento no carro, pois acredito que será uma ocasião em que sentiremos a presença do Michael e o que ele representa, e poderemos ouvi-lo”, disse.
“Acho que há muito mais envolvido do que apenas algumas voltas. É o carro dele, mas é um carro campeão. É uma Ferrari. Em Monza, diante dos tifosi. Acredito que existe algo muito mais profundo que cria essa conexão comigo. Quero dizer, eu amo o esporte. Não corro mais, mas continuo amando, e provavelmente amarei as corridas enquanto viver. É por isso que isso significa tanto para mim e por que esses momentos são tão especiais”, concluiu.
