F1: Verstappen fala sobre GPs no Oriente Médio: “Com uma guerra próxima, não se deve ir”

Max Verstappen se posicionou caso os GPs do Catar e Abu Dhabi permaneçam no calendário da temporada da Fórmula 1, dizendo que preferiria não viajar para os países.

A grande dúvida dessa reta final de campeonato não é tanto se Kimi Antonelli conseguirá o título, mas sim se as duas últimas etapas poderão acontecer como o programado. O motivo é o conflito no Oriente Médio envolvendo Estados Unidos e Irã e que deixa toda a região envolvida.

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Segundo o RacingNews, a F1 está cada vez mais confiante de que as provas em Lusail e Yas Marina podem acontecer, mas o tetracampeão da Red Bull não se sente confortável. “Eu sempre gosto muito de ir a esses países”, disse à Viaplay.

Max Verstappen (NLD) Red Bull Racing.
Foto: XPB Images

“Mas, quando você sabe que a guerra está muito próxima e que alguns países podem estar em conflito entre si, não acho que se deva ir lá. Não importa se existe contrato ou não; essa é a minha opinião pessoal. Mas a decisão não cabe a mim”, disse.

Questionado se as provas aconteceriam independentemente de suas ressalvas, respondeu que “infelizmente, sim.”

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Ainda assim, Ímola segue como uma alternativa, apesar de as condições no mês de dezembro não serem ideais. É muito frio e as chuvas sempre castigam. “Acho que seria um caos com nossos pneus de chuva. Mas, na verdade, não me importo. É uma pista divertida, é claro.”