Max Verstappen terminou a corrida Sprint do GP da Holanda de Fórmula 1, na sexta posição, mas saiu da prova com alguma esperança, enquanto a Red Bull Racing fará novas mudanças no RB22 antes da sessão de classificação para o GP, usando os dados coletados na corrida curta.
O piloto holandês já havia explicado que a equipe não poderia alterar o carro antes da corrida Sprint e que a prova serviria como referência para tentar melhorar o acerto. Mesmo sem ganhar ou perder posições, ele manteve o plano de buscar avanços para o restante do fim de semana.
“Queríamos fazer algumas mudanças de qualquer forma, e depois dessa corrida, isso vai continuar igual. O processo de pensamento é o mesmo. Vamos ver se conseguimos melhorar um pouco”, afirmou Verstappen após a prova.
Os problemas de aderência e equilíbrio apontados na sexta-feira, ainda não desapareceram completamente: “Definitivamente nos falta um pouco de ritmo puro, mas pelo menos o desgaste dos pneus não foi tão ruim na corrida”, continuou o piloto, indicando que o desempenho em voltas rápidas continua sendo a principal limitação.

Apesar disso, a corrida Sprint foi menos negativa do que os longos stints haviam sugerido. Verstappen ficou preso atrás de Oscar Piastri, da McLaren, e destacou que a proximidade fez os pneus superaquecerem, impedindo uma tentativa de ultrapassagem, mas percebeu um comportamento mais competitivo ao longo da prova.
Os números reforçaram essa impressão. Ao longo das 24 voltas, Verstappen teve ritmo médio de 1min16s293 e apresentou degradação dos pneus médios cerca de três décimos menor que a de Piastri. Embora a Ferrari tenha mostrado o melhor ritmo médio, os dados indicaram que a Red Bull foi mais forte em ritmo de corrida do que havia demonstrado em uma volta rápida.
Com o parque fechado reaberto antes da sessão de classificação, Verstappen e a equipe agora apostam nas mudanças no RB22 para tentar reduzir a diferença restante e transformar o sinal positivo da Sprint, em um resultado melhor no GP de domingo.
