O GP do Brasil de Fórmula 1 terá um grid de largada afetado por uma extensa lista de penalidades por trocas de componentes na unidade de potência. Lewis Hamilton, Charles Leclerc, Max Verstappen, George Russell e Sergio Perez são os pilotos penalizados.
A maior penalidade entre os nomes citados foi aplicada a Verstappen, que acumulou trinta posições de punição após trocar o motor de combustão interna, o turbocompressor e o sistema de escape. O holandês também recebeu um novo componente auxiliar, mas essa substituição permaneceu dentro da alocação permitida.
Os pilotos da Ferrari também serão penalizados. Leclerc e Hamilton perderão dez posições cada no grid, devido à troca do motor de combustão interna acima do limite estabelecido para a temporada.
Russell foi um dos primeiros a receber uma punição no fim de semana. Antes do TL1, foi confirmado que o piloto da Mercedes perderia cinco posições após utilizar o sexto motor de combustão interna, quando o regulamento permite quatro unidades. Ele ainda trocou um componente auxiliar no sábado, sem nova punição por essa alteração.

Perez também recebeu uma penalidade de trinta posições. O motivo foram as trocas do motor de combustão interna, do turbocompressor e do MGU-K. Assim como no caso de Verstappen, a mudança de um componente auxiliar não gerou punição por ainda estar dentro da alocação.
Esse tipo de penalidade, ocorre quando os pilotos ultrapassam o número de componentes permitidos ao longo do campeonato. Na primeira troca excedente, a perda é de dez posições para cada elemento, enquanto as ultrapassagens seguintes resultam em cinco posições de penalidade.
Outras mudanças também foram realizadas sem consequências para o grid. Rafael Câmara, que estreia na Fórmula 1 neste fim de semana, herdou a alocação da unidade de potência utilizada pelo carro e trocou um componente auxiliar, mas ainda dentro do limite permitido para a temporada.
