Andrea Stella apontou que o hiato sem etapas da Fórmula 1 durante o mês de abril foi um momento significativo para a McLaren, apesar de descrever o período também como um paradoxo em seu eventual impacto.
O time britânico entrou no período de cinco semanas entre Japão e Miami enfrentando um complicado desempenho na temporada 2026. Problemas de confiabilidade e falta de ritmo em relação a Mercedes deixou o atual campeão do Mundial de Construtores na busca por respostas.
Portanto, para p chefe da McLaren, o período sem corrida deu tempo para que pudessem rever o MCL40. “Não houve um único evento que mudou o rumo das coisas; tratou-se, na verdade, de uma consciência crescente sobre a dimensão do desafio que enfrentamos e os ajustes que precisávamos fazer”, explicou.
“Paradoxalmente, a pausa forçada em abril provavelmente nos permitiu focar totalmente na análise do desempenho do MCL40 e compreender plenamente que precisávamos redirecionar ou reforçar o seu desenvolvimento em certas áreas do carro.”

Um dos principais pontos de sofrimento da McLaren foi a nova geração de motores da Mercedes HPP, com ambos carros não conseguindo largar na China por problemas elétricos. Depois, mais problemas de confiabilidade afetaram a dupla de pilotos, além do time se ver atrás da Mercedes nos trabalhos, apesar de usarem a mesma unidade de motor.
“Voltando ao desempenho do carro, fica claro que o fim de semana em Budapeste, que marcou o encerramento da primeira metade da temporada, foi o ponto alto: não apenas pelo resultado, mas sobretudo porque o pacote aerodinâmico que introduzimos em Hungaroring é fruto dessa mudança de rumo no desenvolvimento e nos permitiu alcançar um progresso significativo em termos de competitividade”, concluiu Stella.
