Obviamente a Red Bull está muito satisfeita com mais uma vitória de Max Verstappen, mas a equipe não gostou com a forma como o GP da Itália terminou. Verstappen cruzou a linha de chegada atrás do safety car após 53 voltas e, de acordo com Christian Horner, não precisava ter sido assim.
“Nós não queremos vencer uma corrida com um safety car na pista”, disse Horner para a Sky Sports. O chefe da equipe Red Bull, afirmou que já foi discutido com a FIA e as equipes no passado, que é não é desejável terminar atrás do carro de segurança. No entanto, isso aconteceu hoje em Monza. “Isso é algo sobre o qual já conversamos. Devemos terminar a corrida normalmente. Houve tempo suficiente para recomeçar a correr.”
Horner continuou dizendo que pode entender as vaias dos torcedores italianos nas arquibancadas. Charles Leclerc da Ferrari, ficou sem oportunidade para tentar ultrapassar Verstappen no final da corrida, como resultado da decisão da direção de prova, em manter o Safety Car na pista. “Queremos vencer a corrida na pista, compartilhamos a frustração com os fãs, porque seria um final emocionante”, disse ele.
Enquanto a Ferrari, sem dúvida, vai criticar o modo como as coisas aconteceram, na Red Bull eles também estão insatisfeitos, mesmo tendo vencido a corrida. “Houve tempo suficiente para recomeçar a correr. Precisamos observar os detalhes, mas para mim foi tempo mais do que suficiente para relargar”, concluiu Horner.
A forma como foi o final do GP da Itália, com a corrida terminando com o Safety Car na pista, mostra mais uma vez que a F1 e a FIA precisam estudar alguma alternativa para evitar que isso aconteça novamente no futuro, pois criou um anticlímax para um GP que poderia ter apresentado uma grande disputa pela vitória nas últimas voltas, entre Verstappen e Leclerc.
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