A terça-feira da Fórmula 1 teve brasileiro em destaque na pista. Rafael Câmara participou de um teste com a Ferrari em Ímola, guiando o SF-25 de 2025 e completando cerca de 200 quilômetros entre simulações de volta rápida e ritmo de corrida. O piloto da Fórmula 2 segue sendo apontado como um dos nomes que podem chegar ao grid da F1 em 2027.
Outro assunto importante foi a situação de Isack Hadjar. O francês ainda se recupera da lesão no punho sofrida durante as férias e não tem retorno garantido para o GP do Azerbaijão. Laurent Mekies afirmou que a Red Bull fará nova avaliação antes de colocá-lo no simulador e reforçou que a equipe não pretende acelerar o processo caso o piloto ainda não esteja próximo de 100%.
Na repercussão do GP da Espanha, Lewis Hamilton voltou aos holofotes após o abandono provocado por problemas nos freios. O resultado encerrou a maior sequência de provas consecutivas nos pontos em 2026, já que o piloto da Ferrari havia terminado no top-10 em todas as 13 etapas anteriores. Lando Norris passa agora a ter a maior sequência ativa, com oito corridas pontuando.
A Mercedes também detalhou a estratégia que levou George Russell a duas paradas em Madri. A equipe explicou que o Virtual Safety Car apareceu em um momento ruim para o plano original com pneus Duros e decidiu colocar o britânico em estratégia diferente de Charles Leclerc. Russell terminou em quinto, apenas 0s7 atrás da Ferrari.

Fora das pistas, Ayrton Senna também ganhou destaque. Apenas dez réplicas em tamanho real do Lotus 97T de 1985 serão produzidas em um projeto da Memento Exclusives com a Classic Team Lotus, utilizando desenhos, documentos e técnicas ligados diretamente ao carro original.
Para o público brasileiro, começaram ainda as vendas da F1 Fanzone do GP de São Paulo. O espaço funcionará durante os três dias do evento em Interlagos, com João Gomes confirmado para a sexta-feira e Paralamas do Sucesso no sábado, além de atividades com pilotos, simuladores e transmissão das sessões em telão.
