Isack Hadjar admitiu que ser promovido à Red Bull e ser companheiro de Max Verstappen na Red Bull o deixou com ‘algumas dúvidas’, especialmente pelo histórico de segundos pilotos.
O francês subiu ao RB22 para a temporada 2026 e ciente dos desafios dos pilotos que vieram nos anos anteriores. Inclusive, a vaga é vista como uma das mais difíceis e imperdoáveis do grid.
Após Daniel Ricciardo ter deixado a equipe no final de 2018, Pirre Gasly guiou por 12 corridas antes de ser trocado por Alexander Albon, trocado após uma temporada e meio; na sequência, foi a vez de Sergio Pérez, que ficou quatro anos ao lado de Max antes de ser substituído por Liam Lawson.

O neozelandês ficou por dois GPs antes de ser trocado por Yuki Tsunoda, que ficou até o final de 2025 antes da vinda de Hadjar. Portanto, quando foi promovido, tinha esse histórico no fundo de sua mente.
“Obviamente, você chega e tem consciência de onde foi parar. Sem dúvida, tive algumas dúvidas, porque é o Max; é inegável que ele é excelente”, disse.
“Então, um pouco de dúvida, um pouco de pressão, mas, até agora, as coisas têm acontecido praticamente como eu queria. Mas é, isso certamente estava na minha cabeça”, concluiu.
