O chefe da equipe Haas, Guenther Steiner, descartou a possibilidade de cumprimento do período de quarentena de 10 dias do governo do Reino Unido, para viabilizar a realização do GP da Turquia.
Apenas uma semana depois que a Turquia foi anunciada como substituta para o Grande Prêmio do Canadá, que foi cancelado devido a preocupações com a Covid-19, o país foi colocado na lista vermelha pelo governo do Reino Unido, o que significa que qualquer pessoa que viajasse da Turquia, teria de ficar em quarentena em um hotel por 10 dias após seu retorno.
Mesmo sendo 12 dias entre o GP da Turquia e os primeiros treinos para o GP da França, o período de quarentena não permitiria que o trabalho de configuração necessário, seja concluído na preparação para a corrida de Paul Ricard.
Com a F1 agora avaliando a situação e devendo fornecer uma atualização ainda nesta semana, Steiner afirmou que não é uma opção para a equipe, passar até seis semanas fora de casa para garantir que o evento turco seja realizado.
“Tudo é possível, mas há um limite do que você pode pedir às pessoas para fazer”, disse Steiner.
“Temos que ser respeitosos porque não podemos permitir que as pessoas não voltem para casa por seis semanas. Isso não é justo.”
“É bom trabalhar, mas não é como se o resto do calendário fosse fácil. O ano passado foi difícil e este ano, também vai ser, se conseguirmos realizar todas as corridas em que esperamos conseguir fazer.”
“Não precisamos exagerar e não acho que seja uma opção continuar nos próximos dois anos, e nunca mais voltar para casa.”
Se o GP da Turquia for cancelado, esta se tornará a quarta corrida a ser afetada, já que Austrália e China foram adiadas e Canadá cancelado.
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