F1: Colapinto vê Aston Martin evoluir e cobra reação da Alpine

Franco Colapinto acredita que a Aston Martin deu um salto importante de desempenho no GP da Hungria de Fórmula 1 e afirmou que a equipe britânica passou a ser muito mais rápida nas curvas do que a Alpine. O argentino espera que a atualização prevista para Zandvoort permita à equipe francesa responder na segunda metade da temporada.

A Aston Martin enfrentou dificuldades no início da nova era da categoria, marcada pelas mudanças no regulamento das unidades de potência, com maior participação da energia elétrica. Além dos problemas de desempenho e confiabilidade do novo motor Honda, a equipe também sofreu com o comportamento do AMR26, que teve um início de temporada abaixo das expectativas.

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Depois de adiar a introdução de atualizações durante boa parte do campeonato, a equipe levou um grande pacote de novidades ao GP da Hungria. O resultado foi um avanço perceptível: Fernando Alonso chegou ao Q2 pela primeira vez em uma classificação convencional nesta temporada, enquanto Alonso e Lance Stroll terminaram a corrida em 14º e 13º, respectivamente, pouco mais de dez segundos atrás de Pierre Gasly e à frente de Colapinto.

Franco Colapinto (ARG) Alpine F1 Team.
Foto: XPB Images

Após passar boa parte da prova perseguindo os carros verdes, Colapinto elogiou a evolução da rival. “Eles estão muito fortes nas curvas. Nas retas são realmente lentos e perdem bastante tempo de volta, mas nas curvas são definitivamente muito mais rápidos do que nós”, afirmou.

O piloto da Alpine acredita que esse progresso mostra que sua equipe também pode dar um salto de desempenho. “Isso mostra que podemos evoluir bastante e espero que nossas atualizações em Zandvoort representem um grande passo”, acrescentou.

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Segundo a publicação, a Aston Martin também deverá receber uma atualização importante na unidade de potência Honda em Zandvoort, o que pode melhorar significativamente o desempenho nas retas.

Já sobre sua própria corrida no Hungaroring, Colapinto demonstrou frustração. O argentino largou em 13º, mas terminou apenas na 15ª colocação. “Claro que não estou nada feliz. Foi uma tarde muito difícil. No geral, nos faltou muito ritmo”, disse.

Ele explicou que os problemas começaram logo após as primeiras voltas. “Depois das primeiras voltas comecei a ter muita dificuldade com o carro e ele nunca mais se recuperou. Mesmo com pneus novos continuávamos muito longe do ritmo e muito lentos.”

Colapinto acredita que algo incomum pode ter acontecido durante a prova. “Precisamos entender o motivo. Talvez tenha havido algum dano ou alguma outra coisa, porque o comportamento do carro estava muito estranho. O equilíbrio e a aderência eram muito ruins. Precisamos analisar tudo para entender exatamente o que aconteceu”, concluiu.