F1: Chefe da McLaren diz que atualizações serão a ‘virada’ na temporada da equipe

O chefe da equipe McLaren, Andrea Stella, afirmou que o grande pacote de atualização, que começa a ser implementando na Áustria e continua nas duas corridas seguintes, pode ser o começo da ‘virada’ de seu time na temporada 2023 da Fórmula 1.

Depois de admitir na apresentação do MCL60, que a equipe não havia atingido seus objetivos com o carro para 2023, a McLaren teve um péssimo início de temporada, marcando apenas 17 pontos nas primeiras oito corridas, ocupando o P6 entre os construtores no momento.

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Mas depois de introduzir atualizações no Azerbaijão no final de maio, a McLaren deve levar uma série de atualizações para as três etapas antes das férias.

Essa série de atualizações vai começar no GP da Áustria nesse próximo final de semana, e mudará quase todas as partes aerodinâmicas do carro 2023 da equipe.

“A Áustria é uma pista em que nos saímos bem no passado, acho que são seis ou sete curvas, e quatro delas são de alta velocidade, nas quais devemos ser competitivos”, disse Stella.

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“Então a Áustria é, como eu já disse há algum tempo, nosso primeiro passo para as atualizações. Em última análise, para nós, é um marco em termos de possibilidade de ‘virada’ na temporada, não apenas graças ao que levaremos para a Áustria, mas também ao que se seguirá nas próximas corridas.”

“Nosso foco então não será nas características da pista, mas no carro em si, então mesmo com apenas uma sessão de treinos livres na Áustria (por ser um final de semana no formato sprint), seremos capazes de validar isso, e então estar em uma situação mais competitiva”, acrescentou.

Questionado sobre a extensão do pacote que será lançado no Red Bull Ring, Stella afirmou que as novas peças serão ‘mais consistentes’.

O italiano também estima que 50% do pacote revisado será visto na Áustria, com o restante dividido igualmente nas duas corridas seguintes em Silverstone e Hungaroring, antes da parada das férias.

“Estou apostando nesse pacote, e devem ser alguns décimos de segundo que devem ser perceptíveis do ponto de vista do tempo de volta”, concluiu Stella.