Alexander Albon falou sobre a situação da Williams na temporada 2026 da Fórmula 1 e apontou como a equipe está realizando o maior esforço que já viu para corrigir os problemas persistentes.
Antes do início do ano, o FW48 já enfrentava questões de estar acima do peso regulamentar. Agora, nas corridas, tanto Albon quanto Carlos Sainz estão sofrendo com a falta de desempenho do time em pistas com curvas de média a alta velocidade e traçados de raio constante, exemplos de Barcelona e Hungria.
“Conhecemos os pontos fracos do carro, sabemos a direção [que precisamos seguir], e o trabalho realizado na fábrica representa o maior esforço que já vi da equipe para combater esses problemas de DNA genético. Acho que estamos fazendo exatamente as coisas certas para voltar aos trilhos; é uma pena que tenhamos chegado a essa situação, mas acredito que estamos no caminho certo — embora eu duvide que tudo esteja resolvido até Baku”, disse.

“Acho que grande parte do que veremos em Baku já está definida; essa atualização foi planejada há bastante tempo, e muito do nosso foco atual já está voltado para o carro do ano que vem. Trata-se de garantir que o carro da próxima temporada não apresente essas características”, continuou.
Falando sobre os problemas que encarou no GP da Hungria, apontou que “fui muito afetado pelo vento e, honestamente, em termos de pilotagem, é frustrante porque não consigo pilotar como gostaria.”
“Na verdade, a equipe não está extraindo o meu melhor porque preciso pilotar muito abaixo do limite. Há as rajadas, o vento… você tenta forçar o ritmo — acho que houve seis voltas na corrida em que o vento estabilizou e consegui finalmente me ajustar e pegar ritmo, mas aí o vento aumenta novamente e você volta àquele ciclo de sentir que está cometendo erros, quando na verdade não está. Você está pilotando nos mesmos pontos, fazendo as mesmas coisas, mas simplesmente falta consistência”, encerrou.
