O chefe da equipe Aston Martin, Otmar Szafnauer, admitiu que o terceiro lugar no campeonato de construtores é um passo longe demais, após um fraco início da equipe na temporada.
Para 2021, os carros permaneceram praticamente inalterados, embora algumas alterações tenham sido feitas para reduzir o downforce por motivos de segurança, algo que a Aston Martin culpa por suas dificuldades.
Tendo começado o ano objetivando o terceiro lugar na classificação dos construtores, Szafnaurer reavaliou os objetivos da equipe, com Lance Stroll tendo cinco pontos e Sebastian Vettel sem nenhum ponto, após quatro corridas em 2021.
“Infelizmente, acho que P3 é provavelmente um passo longe demais”, disse Szafnauer. “Vamos lutar muito no pelotão intermediário para ver até onde podemos chegar.”
“Ninguém quer entrar em uma temporada querendo disputar o terceiro lugar, e depois terminar no fundo do pelotão intermediário. Com certeza, isso era algo que não prevíamos e algo que não queríamos, então temos que lutar muito para sair dessa situação.”
A equipe teve apoio significativo de Lawrence Stroll e de seu consórcio, que salvou o time após o colapso da Force India, com o empresário canadense transformando a equipe na Racing Point, antes de dar as boas-vindas a Aston Martin para este ano.
Questionado se houve alguma pressão exercida por Stroll face às deficiências do AMR21, Szafnauer afirmou: “Nenhum de nós está satisfeito com a situação em que nos encontramos.”
“Temos que ser realistas com o que podemos fazer com um carro congelado e regulamentos que irão mudar significativa para 2022. Só temos de ser realistas, compreender a situação em que nos encontramos e fazer o nosso melhor com o carro e as ferramentas de que dispomos.”
“Com certeza, sempre há pressão quando você não está alcançando o que pensava que iria alcançar, mas, como dissemos, temos que ser realistas, fazer o que pudermos sem comprometer o programa de 2022”, acrescentou.
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