Nesta segunda-feira, foi confirmada a renovação do contrato de Lewis Hamilton com a Mercedes por pelo menos mais um ano. As conversas foram lentas, mas o jornalista da Sky, Craig Slater, diz saber exatamente o porquê e que não foi tanto tempo.
“Para começar, Lewis Hamilton já está com 36 anos e qualquer contrato pode ser o último, então ele precisa acertar”, disse Slater na Sky Sports F1. A temporada de 2020 foi significativamente atrasada pelo coronavírus, que Slater diz que também não ajudou nas negociações.
“Lewis afirmou que não queria iniciar negociações de contrato, se possivelmente a situação econômica na fábrica pudesse estar sob análise financeira”, continuou Slater. As negociações foram, portanto, transferidas para o final do ano, durante a agenda lotada que a F1 teria que cumprir para chegar a uma temporada completa.
Hamilton então contraiu o coronavírus, forçando-o a perder uma corrida e novamente sem deixar tempo para um bate-papo com o chefe da equipe, Toto Wolff. “E, na verdade, posso revelar hoje que o Toto e Lewis, só sentaram para discutir este contrato na semana do Natal”, disse Slater.
“Então, na verdade, dado um contrato dessa magnitude, essa é uma duração bastante normal quando se trata de negociações de contrato”. A chamada ‘cláusula Verstappen’ nunca teria existido, de acordo com Slater. “Uma besteira absoluta. Isso nunca veio à tona em qualquer discussão”, finalizou.
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