George Russell provou ser um piloto de F1 rápido nos últimos dois anos, embora tenha demorado muito para o britânico marcar seus primeiros pontos na categoria. Na Williams, ele fica normalmente no final do grid e uma oportunidade com a Mercedes no Bahrein, finalmente trouxe seus primeiros pontos na F1. O aspecto mental na categoria, é importante, reconhece Russell.
“É realmente enorme para os pilotos. A Fórmula 1 é um esporte extremamente exaustivo. Pilotamos muito rápido por duas horas seguidas”, disse Russell em conversa com o The Sportsman. “O esforço físico é muito grande e o cansaço mental que advém de todas as informações que temos de recolher, cuidar dos pneus e do carro, falar com o engenheiro, e ainda ajustar os botões do volante torna tudo muito complicado.”
Não é apenas o que acontece no carro que causa fadiga extra para os pilotos, explica Russell. “Também viajamos pelo mundo todo. Isso também leva dias. Fazer isso de vez em quando não é ruim, mas fazer 46 vezes em uma temporada com 23 corridas, realmente começa a afetar você.”
Portanto, a vida de um piloto de Fórmula 1 não é exatamente fácil, porque todas as preparações giram em torno daquela volta de qualificação no sábado e as voltas feitas na corrida no domingo. “Esses 90 segundos no sábado podem levantar ou acabar com seu fim de semana. Psicologicamente, você tem que estar pronto para fazer aquela volta inteira perfeitamente”, concluiu.
Clique e receba as notícias da F1Mania.net pelo WhatsApp.
Inscreva-se em nosso canal no YouTube.
Confira o destaque do nosso canal no YouTube: Da Toro Rosso até a Ferrari: a trajetória de Sainz na Fórmula 1; B3 Motorsport anuncia equipe na Stock Light:
Spotify
Google Play Music
Deezer
iTunes
Amazon
