Marko diz que extensão de contrato da Red Bull F1 com a Honda evitará problemas na unidade de potência

O consultor da Red Bull, Helmut Marko, conta que a recente extensão do contrato de suporte da unidade de potência com a Honda poupa a equipe de um grande problema técnico e logístico na Fórmula 1.

A Honda deixou oficialmente a F1 no final de 2021. Porém, a fabricante japonesa continuou a colaboração com a Red Bull com base em um contrato de suporte gerenciado por sua subsidiária de corrida, a Honda Racing Corporation.

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O acordo original da Red Bull e da Honda exigia que o fabricante do motor fornecesse seu hardware, sem emblema e seu suporte técnico à Red Bull Powertrains até o final de 2022. Mas, no início deste mês, esse acordo foi estendido até o final de 2025, após o qual a Red Bull deve iniciar sua parceria com a Porsche.

Marko agradeceu a renovação de contrato da Honda, caso contrário, a Red Bull Powertrains teria sido forçada a assumir o processo de montagem do motor, uma operação que poderia enfrentar grandes problemas. “Graças a Deus houve uma mudança de política com a Honda”, disse ele.

“Originalmente, teríamos que montar os motores a partir de 2023. Mas você precisa de peças de reposição para isso, e 90% dos fornecedores estão no Japão. Graças a Deus isso foi revisado, porque isso teria sido um problema técnico, logístico e também linguístico. Agora a Honda está fabricando os motores até o final de 2025”, explicou Marko ao site ‘Motorsport Total’.

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O acordo de colaboração entre a Red Bull Powertrains e a Honda também garante o status da RBP como uma nova fabricante em 2026. E com isso, quando o novo ciclo do motor da F1 começar, uma condição que oferece vantagens financeiras e de desenvolvimento.

“Recebemos as unidades de potência seladas da Honda, não podemos olhar para dentro. Isso também é importante para o nosso status em 2026. Eles o entregam em uma caixa e, se houver algum problema, apenas os mecânicos da Honda podem trabalhar no motor”, explicou Marko.

Na base da Red Bull, na cidade inglesa de Milton Keynes, a unidade da RBP no campus já está funcionando e trabalhando no futuro motor da F1. “Já existem 300 funcionários no momento. Eles estão trabalhando apenas para os regulamentos de 2026”.

“Se um novo fabricante vier (por exemplo, a Porsche), podemos cooperar. Eles podem usar as instalações que temos, o que é outro ponto de bônus. Se um novo fabricante vier, eles imediatamente terão uma nova fábrica de motores com seis bancadas de teste em funcionamento. Tudo lá é o melhor dos melhores”, afirmou Marko.

 

 

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