F1: Wolff rebate críticas sobre Monza e chama questionamentos de “absurdos”

Toto Wolff rebateu as críticas à estratégia da Mercedes no GP da Itália de Fórmula 1, e negou que George Russell tenha sido prejudicado pela equipe. O chefe da Mercedes classificou como ‘absurdo’ o questionamento sobre a decisão tomada durante o período de safety car virtual.

Kimi Antonelli venceu em Monza à frente de Russell, com apenas 3,8 segundos entre os dois carros da Mercedes. O resultado ampliou a vantagem de Antonelli sobre o companheiro de equipe para 66 pontos no campeonato de pilotos, enquanto a Mercedes passou a ter 122 pontos de vantagem sobre a Ferrari entre as equipes.

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A principal discussão ocorreu durante o safety car virtual, quando a Mercedes chamou Antonelli aos boxes. O italiano havia largado com pneus duros e colocou médios nessa parada, enquanto Russell, que também utilizava os duros, permaneceu na pista na liderança.

Andrea Kimi Antonelli (ITA) Mercedes AMG Formula One Team W17 and George Russell (GBR) Mercedes AMG Formula One Team W17 battle for position.
Foto: XPB Images

Questionado pela Sky F1 se Russell deveria ter recebido prioridade na decisão, Wolff rejeitou a possibilidade: “Não, foi absolutamente a coisa certa que fizemos”, afirmou. Segundo ele, a previsão era de uma estratégia de apenas uma parada, e os pneus médios representavam um compromisso para Antonelli, que precisava trocar os pneus duros usados na largada.

Wolff também reagiu de forma contundente às críticas feitas após a corrida: “Não há como, e obviamente existem alguns ‘guerreiros de sofá’ que vão deixar seus comentários depois de assistir a algum outro material online, dizendo que George foi prejudicado. É um absurdo completo. Desculpe, eu deveria dizer que é uma porcaria completa”, acrescentou.

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As declarações ocorreram após o TL3 em Madri neste sábado, no qual Antonelli novamente terminou na frente. O piloto marcou 1min32s797, superando Charles Leclerc por 0,166 segundo, enquanto Russell ficou em sexto, 0,702 segundos atrás. Para Wolff, a disputa pela pole poderia ser decidida por margens mínimas: “Pode haver um pouco de ‘efeito ioiô’. Pode estar tudo dentro de um décimo. Então você pode estar do lado bom ou do lado errado”, encerrou o chefe da Mercedes.