Yuki Tsunoda manteve o décimo lugar no Grande Prêmio da Itália deste domingo (6) após os comissários da Fórmula 1 decidirem não aplicar nenhuma penalidade pela situação ocorrida antes da relargada em Monza. O piloto da Racing Bulls foi investigado por uma possível infração no grid, mas escapou de uma punição de Stop and Go.
No retorno da corrida após o acidente de Charles Leclerc, Tsunoda chegou atrasado à sua vaga após perceber que estava entrando na posição errada e acabou ficando em um ângulo incomum. A situação levou a direção de prova a determinar uma volta de formação extra, por não se sentir confortável em iniciar a corrida daquela maneira.

A Racing Bulls argumentou que o carro não estava em condição de queima de largada, já que os pneus dianteiros permaneciam dentro das linhas da vaga. Também destacou que nenhum outro piloto foi afetado e que Tsunoda não foi a causa da volta adicional.
Os comissários concordaram com os argumentos e entenderam que a volta de formação extra resultou da avaliação do diretor de prova, e não de uma ação diretamente provocada pelo piloto. Outro ponto decisivo foi a falta de comunicação. A equipe e Tsunoda não foram informados de que eram considerados responsáveis pela volta extra.
Por isso, os comissários decidiram não aplicar a penalidade e nem tomar qualquer outra medida contra o japonês. A decisão também registrou que o diretor de prova agiu de boa-fé e com extrema cautela.
