A Red Bull detalhou o motivo de que Max Verstappen não completou a programação de simulações de corrida no final do segundo treino livre na sexta-feira (6) do GP do Brasil da Fórmula 1.
Com alguns minutos ainda restantes no relógio do TL2 em Interlagos, o holandês foi visto saindo do carro, enquanto os adversários seguiram andando na pista – o competidor ficou com o terceiro tempo atrás de Kimi Antonelli e Lando Norris.
“Acabamos encontrando muita inconsistência a longo prazo, e passamos a achar que aquilo já não era mais útil. Não estávamos obtendo os dados de que precisávamos”, explicou Schmitz.

“Sabíamos exatamente o que queríamos observar e alterar de imediato, então fomos direto ao ponto”, seguiu.
Durante o treino, tanto Isack Hadjar quanto Verstappen estavam se queixando do carro, com o holandês focando especialmente sobre o volante. “Todos concordam que há muito potencial no carro”, disse Schmitz.
“Ambos os pilotos têm pontos que desejam analisar e alterar da noite para o dia; mas, de certa forma, isso é algo positivo. Isso significa que sabemos o que está acontecendo com o carro e o que podemos ajustar; há muito potencial e otimismo para o restante do fim de semana”, encerrou.
