F1: Mercedes esperava pole, mas Antonelli larga em P2

Kimi Antonelli ficou muito perto da pole position na sessão de classificação para o GP da Espanha de Fórmula 1, mas viu Lando Norris garantir a primeira posição em sua última tentativa. O piloto da Mercedes terminou em segundo, enquanto George Russell ficou com a sexta posição.

Antonelli afirmou que acreditava ter feito uma volta suficiente para assumir a liderança, mas reconheceu o desempenho de Norris e da McLaren: “Eu fiz uma volta forte na minha última tentativa e achei que poderia ter sido boa o bastante para a pole. Crédito ao Lando, ele e a McLaren fizeram um ótimo trabalho e conseguiram tirar isso de nós no último momento”, afirmou.

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O italiano destacou que a sessão foi particularmente difícil por causa do calor na pista, e da necessidade de manter os pneus na janela ideal durante toda a volta. Para a corrida, ele espera colocar Norris sob pressão, embora reconheça que as ultrapassagens serão complicadas. O gerenciamento dos pneus também deverá ser um dos pontos centrais da disputa.

George Russell (GBR) Mercedes AMG Formula One Team W17.
Foto: XPB Images

Russell teve mais dificuldades para extrair o potencial do carro. Depois de uma boa volta no Q1, o piloto britânico não conseguiu repetir o desempenho no Q3 e perdeu tempo principalmente a partir da curva 11, onde sofreu com subesterço: “Os pneus realmente sofrem aqui com o calor e as curvas longas, então você pode acabar escorregando, perdendo mais tempo e sendo empurrado para baixo na classificação”, explicou.

Toto Wolff considerou o resultado positivo, especialmente porque a Mercedes não esperava inicialmente disputar a pole. O chefe da equipe afirmou que o ritmo apresentado ao longo do final de semana, criou a expectativa de uma oportunidade pela primeira posição, mas Norris conseguiu produzir ‘a volta do fim de semana até agora’ no momento decisivo.

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Wolff também explicou que Russell nunca se sentiu completamente confortável com o carro, levando a equipe a aumentar gradualmente a asa dianteira para tentar dar mais confiança ao piloto. Para a corrida, o dirigente espera uma disputa difícil devido às poucas oportunidades de ultrapassagem, mas acredita que as incógnitas envolvendo os pneus e o comportamento dos carros podem proporcionar uma prova movimentada.