A Mercedes confirmou uma mudança importante para o início das atividades do GP de Barcelona de Fórmula 1. O líder do campeonato, Kimi Antonelli não participará do TL1 em Barcelona, cedendo seu carro para o piloto reserva Frederik Vesti.
Essa sessão irá marcar a primeira das quatro participações obrigatórias de jovens pilotos que a equipe precisa cumprir ao longo da temporada 2026. O regulamento determina que cada carro seja utilizado por um novato em duas sessões de treinos livres durante o campeonato.
A escolha de Barcelona segue uma tendência comum entre as equipes da Fórmula 1. Por ser um circuito amplamente conhecido pelos pilotos devido aos testes e corridas realizados ao longo dos anos, o traçado espanhol costuma ser considerado ideal para encaixar uma dessas participações obrigatórias.
O chefe da Mercedes, Toto Wolff destacou a importância da oportunidade para Vesti e explicou que o dinamarquês já vem contribuindo de forma significativa para o desenvolvimento do W17 nos bastidores: “Fred também vai pilotar o carro de Kimi no TL1. Ele tem sido uma parte importante do nosso trabalho de desenvolvimento com o W17 e nos ajudado a entender como extrair mais desempenho do pacote”, afirmou.

Segundo Wolff, a atividade permitirá comparar o trabalho realizado no simulador com dados obtidos na pista: “Essa sessão é uma boa oportunidade para ele conectar esse trabalho de simulador com o carro real e para nós coletarmos mais informações úteis enquanto continuamos trabalhando para melhorar”.
Vesti participou pela última vez de um fim de semana de GP com a Mercedes, no GP da Cidade do México do ano passado, quando esteve no TL1. Agora, ele terá a primeira oportunidade de pilotar o W17 e demonstrou entusiasmo com o desafio: “Barcelona é uma pista muito familiar. Foi lá que testamos esses novos carros pela primeira vez em janeiro, então será interessante voltar depois dos primeiros cinco meses de corridas e ver quanto desempenho conseguimos desbloquear”, disse ele.
O dinamarquês acredita que o circuito será um teste exigente para pilotos e equipes: “É uma pista rápida e técnica, com uma combinação de curvas de alta e baixa velocidade, o que torna encontrar o acerto ideal um desafio. O gerenciamento dos pneus também será fundamental, especialmente dos traseiros, que costumam sofrer muita carga. Vou pilotar no TL1 e estou muito animado para ter meu primeiro contato com o W17. É algo que espero desde o início do ano”, completou.
