Pierre Gasly acredita que o fato de poder brigar contra Lewis Hamilton e Lando Norris durante o GP da Itália da Fórmula 1 é um sina positivo para a Alpine.
O francês chocou a todos em Monza quando conseguiu a pole-position para a corrida e ainda manteve a liderança durante a primeira volta antes de ser ultrapassado por George Russell na curva 1 da volta 2.
Depois, ainda caiu mais no pelotão entre Hamilton e Norris e no final, cruzou a linha de chegada na sétima colocação, conseguindo tirar pontos positivos da exibição da Alpine na Itália.
“A parte de mim que é realista está muito satisfeita. Basicamente, ao largar na pole, você inevitavelmente pensa: ‘Ok, o que pode acontecer ao longo de 53 voltas? Isso e aquilo…’. Mas, para ser sincero, antes da corrida, sabíamos que seria extremamente difícil manter o ritmo lá na frente e disputar com os pilotos de ponta”, falou.
“Estou muito feliz com as duas largadas. Fizemos duas ótimas largadas; conseguimos manter a liderança na primeira e fomos muito bem na disputa da segunda. Consegui me manter no pelotão da frente nas primeiras 10 voltas, o que foi muito bom. Disputar posição com o Lando, que venceu as duas últimas corridas, mostra que, considerando de onde viemos, o resultado é muito positivo. Terminar 3s atrás do Lewis também foi bom; ele tem brigado por pódios este ano, então não vou ficar decepcionado com isso.”

“Obviamente, o resultado final foi o sétimo lugar, e a gente sempre quer tirar um pouco mais da situação. Mas acho que, no geral, temos que aproveitar todos os pontos positivos do fim de semana, e houve muitos, e tentar construir algo a partir disso. Eu sabia que, se mantivesse a liderança na saída da Parabolica, o George me ultrapassaria; era algo garantido, então não fiquei surpreso. Mas, no fim das contas, precisamos aprender com todas essas situações como equipe. Acho que fazia muito tempo que não nos víamos lá na frente, e ainda assim conseguimos lidar muito bem com a situação”, seguiu.
“Foi o melhor carro que tive este ano, e o mais consistente. Existem algumas coisas que explicam isso, e outras que ainda precisamos entender. Tenho algumas ideias sobre os motivos, mas obviamente precisamos de mais pistas; Monza é muito especial, muito singular. Tenho certeza de que os próximos dias serão importantes para tentar entender um pouco mais sobre esse desempenho e tentar repeti-lo nos próximos fins de semana”, concluiu.
