Colton Herta ainda não conseguiu os 40 pontos necessários para obter a Superlicença da FIA, apesar de a Cadillac acreditar que o piloto havia alcançado a pontuação exigida, depois dele participar do TL1 do GP do México. Uma informação incorreta no site da IndyCar provocou o erro no cálculo, e o norte-americano permanece com 39 pontos.
A participação no TL1 nessa sexta-feira, tinha como objetivo aproximar Herta da Superlicença necessária para competir na Fórmula 1. Como pilotos convidados para sessões de treinos livres recebem um ponto na Superlicença ao completar pelo menos 100 quilômetros, as trinta voltas realizadas pelo americano garantiram mais um ponto, mas não foram suficientes para atingir a marca exigida.
Essa confusão surgiu na classificação da IndyCar da temporada passada. O site da categoria registrou Herta na sexta posição, quando na verdade, ele havia terminado em sétimo. A diferença representa dois pontos a menos na contagem da Superlicença em relação ao cálculo inicialmente considerado.
A FIA confirmou que o piloto tem 39 pontos. A Cadillac havia informado na semana anterior à etapa mexicana, que Herta estava a apenas um ponto da pontuação necessária. O cálculo, porém, partiu da colocação incorreta na classificação da IndyCar.

Essa pontuação do piloto norte-americano é formada por um ponto conquistado em 2023, 30 em 2024, quando terminou como vice-campeão da IndyCar, e quatro referentes à temporada passada. Outros quatro foram obtidos nas participações no TL1 pela Cadillac em 2026, em Barcelona, Áustria, Estados Unidos e México.
Herta ainda terá outras oportunidades para alcançar os 40 pontos. O calendário da Fórmula 1 prevê etapas em São Paulo e Las Vegas antes das provas finais, que podem acontecer no Catar e em Abu Dhabi ou em Ímola.
O piloto de 26 anos é apontado como candidato a uma vaga na Cadillac em 2027, ao lado de Sergio Perez, ocupando o lugar de Valtteri Bottas. A possibilidade permanece em discussão apesar de suas atuações muito abaixo das expectativas na Fórmula 2.
