A Fórmula 1 está considerando a introdução de um novo combustível em 2022, mas a Mercedes e a Red Bull concordam que o prazo para isso precisa ser muito maior.
No momento a F1 usa combustíveis contendo 5,75% de biocombustível. Em 2021, com os novos regulamentos, a F1 queria um combustível E10, com 10% de biocombustível. De acordo com Christian Horner e Toto Wolff, no entanto, essa etapa intermediária, agora planejada para 2022, não faz sentido, e que o melhor seria desenvolver um combustível 100% sustentável, mas com mais tempo para implementá-lo.
“Somos bastante neutros sobre fazer ou não o E10, porque presumimos que seja apenas um pequeno passo”, disse Wolff, ao Motorsport.com. O austríaco aponta para a pequena diferença feita pela Fórmula 1, mas com altos custos de desenvolvimento. Horner também defende uma solução.
“Minha preferência seria não fazer o combustível E10. É mais um desenvolvimento para 2022. Preferimos ver um combustível totalmente sustentável quando o novo motor for introduzido, em vez de um pequeno passo de 5% com o combustível E10. Não sei se aquele E10 realmente diz alguma coisa, embora um combustível totalmente sustentável em 2026 ou talvez 2025 seja uma decisão melhor”, concluiu o chefe da equipe Red Bull.
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