O chefe da equipe Haas, Guenther Steiner, afirmou que ficou surpreso com a persistência do ódio dirigido contra Nikita Mazepin, durante sua temporada de estreia na Fórmula 1.
Mazepin chegou às manchetes instantaneamente logo depois de ser confirmado na equipe Haas, ao postar um vídeo nas redes sociais no final de 2020, onde apalpava uma mulher dentro de um carro, um ato que a Haas na época rotulou de ‘abominável’.
Apesar de lidar internamente com a situação e de um pedido público de desculpas vindo de Mazepin, o novato foi ridicularizado durante grande parte de seu primeiro ano na F1, em total contraste com a adoração ao companheiro de equipe, Mick Schumacher.
Questionado pelo GPFans em uma entrevista no final de temporada sobre quão difícil era administrar a situação, Steiner respondeu: “Consegui manter a calma.”
“Conversei com ele sobre isso. Para ele, ficou claro que fez algo errado, que não deveria ter feito. Então, novamente, ele é um jovem e você precisa de uma segunda chance e eu superei isso muito rápido.”
“Muitas pessoas não esqueceram, o que me surpreendeu na verdade, porque há muitas coisas acontecendo no mundo e as pessoas esquecem muito rápido”, disse Steiner.
“Eles não o deixaram por um longo tempo. Não sei por quê. Talvez eu não precise saber. No final, com certeza, isso não ajudou quando ele começou a temporada, especialmente se você for jovem”, concluiu.
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