Mercedes F1 confirma investigação para evitar repetição do problema na roda

O estrategista chefe da Mercedes, James Vowles, afirmou que a equipe está tomando medidas para minimizar a chance de repetir o erro no pit stop, que forçou Valtteri Bottas a abandonar em Mônaco.

A roda dianteira direita de Bottas ficou presa no eixo dianteiro do carro, após a porca não soltar, o que significa que o composto do pneu não poderia ser trocado conforme exigido pelos regulamentos esportivos da F1.

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Explicando como os eventos ocorreram, Vowles disse: “A pistola é incrivelmente poderosa, de forma que você pode realmente ver os mecânicos tendo que se conter, segurando-se no chão, caso contrário, eles serão girados com ela ao mesmo tempo.”

“É uma força de impacto e o que acontece é que a porca normalmente se solta em quatro ou cinco impactos contra ela. Uma ação de martelar. Agora, o que aconteceu é que encaixamos ligeiramente inclinados, então quando o soquete estava conectado à porca, ele estava ligeiramente inclinado em relação a ela.”

“Como resultado disso, em vez de distribuir a carga por toda a porca, foi por uma pequena seção que rasgou o metal, e na verdade, todo o metal foi removido da porca. Assim a porca permaneceu no lugar e não foi possível removê-la. Esta é uma breve visão geral do que aconteceu.”

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“Claramente, é uma circunstância que custou caro à Valtteri e custou caro à equipe, e que vamos implementar medidas para minimizar a chance de ocorrer novamente”, disse ele.

A gravidade da questão era tal, que a roda não pôde ser desmontada no Principado e Vowles descreveu os processos realizados para remover a roda.

“Fizemos algumas tentativas em Mônaco para tentar removê-la, algumas durante o pit stop, outras logo depois”, acrescentou. “Por fim, concluímos que, para remover aquela porca, precisaríamos de alguns equipamentos bastante pesados e especializados, e isso seria melhor feito na fábrica.”

“Além disso, nos dá a oportunidade de fazer uma análise profunda para entender realmente como aquela porca foi usada, e reunir algumas pistas que nos permitam fazer um trabalho melhor no futuro.”

“Como resultado disso tudo, deixamos a roda no carro e colocamos o carro de volta no caminhão para levá-lo de diretamente para a fábrica”, acrescentou.

 

 

 

 

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