A temporada da equipe Haas tem sido decepcionante até agora e os pilotos Mick Schumacher e Nikita Mazepin, costumam estar no final do grid. Ainda assim, a equipe está otimista quanto ao futuro.
Em 2018 a equipe terminou o campeonato na quinta colocação, mas em 2019 e no ano passado foi apenas a nona colocada. Ainda assim, isso não é surpresa para a equipe. O carro atual não será mais desenvolvido, uma consequência da pandemia e da falta de recursos.
“Não é como se tivéssemos um carro competitivo no ano passado, então o pensamento era: ‘OK, temos uma grande mudança no regulamento para 2022. Se tentarmos desenvolver o carro deste ano, podemos melhorar o desempenho, mas podemos prejudicar 2022?’ Simplesmente não. Então decidimos cortar nossas perdas. Sabemos que este ano será um ano de transição, temos que lidar com o que temos e colocar tudo no carro do próximo ano”, disse o engenheiro chefe de corrida, Ayao Komatsu, ao site oficial da F1.
No ano passado, foi anunciado que a Haas iria trocar seus experientes pilotos, Kevin Magnussen e Romain Grosjean, pelos estreantes Mick Schumacher e Nikita Mazepin. Um risco para a equipe, mas um bom desafio também. “Para ambos, em cada final de semana há algo que podem aprender. Se você tem pilotos que subiram regularmente ao pódio e têm experiência, eles esperam que o carro seja decente. Tendo este carro seria muito frustrante. Eles estão apenas se concentrando em tirar o melhor proveito do pacote. A pressão é baixa para eles, pois não estão no centro das atenções, não lutam por pontos ou pódios. Eles podem se concentrar em se aprimorar, aprender o carro , aprendendo como conduzir uma sessão, olhando dados e trabalhando com os engenheiros”, disse Komatsu.
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