A temporada de Fórmula 1 começou oficialmente com três dias de testes em Barcelona. Esta quarta-feira marcou o primeiro dia. A Ferrari conseguiu impressionar, mas os pilotos não querem “cantar vitória” depois de apenas um dia.
Charles Leclerc foi o piloto da Scuderia na sessão da manhã, enquanto Carlos Sainz assumiu o cockpit depois da pausa para o almoço. Juntos, a Ferrari foi quem mais acumulou quilometragem (e dados) com 153 voltas. O trabalho desta noite é analisar esses dados e melhorar o F1-74 para a quinta-feira. Ambos os pilotos também conseguiram marcar tempo entre os três primeiros – e chegaram a fazer a dobradinha antes de Lando Norris assumir a liderança na última hora do teste, embora isso não diga muito.
“Concluímos todos os testes que queríamos e executamos nosso programa completo sem problemas, o que é bom para um carro novo. Estou ansioso para voltar à pista amanhá”, disse Leclerc no site da Ferrari.
“A sensação inicial não foi ruim, mas não devemos nos deixar levar pela tabela de tempos de hoje, pois estamos no começo e todos ainda estão escondendo o desempenho.
“É impossível ter uma imagem clara ainda, então temos que manter o foco e continuar o trabalho forte. Conseguimos muitas voltas, mais do que os rivais, e isso foi positivo para evoluirmos”, concluiu o monegasco.
Sainz tem sentimento positivo sobre o Ferrari F1-75
O objetivo da Ferrari no primeiro dia de testes era testar o F1-75 em uma distância maior, o que certamente eles conseguiram atingir. Os pilotos também tiveram que se familiarizar com a personalidade do F1-75. Na quinta-feira, Sainz e Leclerc estarão de volta à ação, mas desta fez Sainz será o primeiro a ocupar o cockpit da Ferrari. Ele também preferiu reagir com cautela porque foi apenas o primeiro dia de testes, mas ainda assim o espanhol se demonstrou otimista.
“A tabela de tempos não é importante nesta fase inicial, mas foi muito positivo fazer um bom número de voltas e sentir o volante. Ainda temos muito trabalho a fazer, mas hoje já conseguimos sentir a diferença com relação ao ano passado, embora para me acostumar ainda vai demorar muito. Com certeza os últimos décimos serão difíceis de encontrar, mas essa é a parte interessante.”
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