Max Verstappen terminou a sessão de classificação para o GP da Itália de Fórmula 1 na sexta posição e deixou clara a frustração com um problema que, segundo ele, acompanha a Red Bull Racing há vários anos. O holandês afirmou saber onde está a dificuldade, mas reconheceu que não tem como solucioná-la diretamente.
Questionado sobre a busca por respostas, Verstappen explicou que a situação não é recente e descartou que esteja relacionada especificamente a uma determinada especificação ou atualização: “Eu sei onde está o problema, mas não sou engenheiro para resolvê-lo. Estou lidando com isso há anos”, afirmou.
O piloto da Red Bull também explicou que o comportamento do carro pode amenizar ou agravar as dificuldades, dependendo das características do circuito e da forma de pilotagem. Segundo Verstappen, quando há menos passagem sobre zebras, e consequentemente, menos impactos fortes, o problema incomoda menos: “Eles estão tentando corrigir, mas não está funcionando no momento. Alguns finais de semana sofremos menos, quando passamos menos pelas zebras e há menos momentos com esses impactos fortes”, disse ele.

Apesar da sequência de dificuldades, Verstappen afirmou que não pretende adotar uma postura negativa e destacou que continua tentando extrair o máximo do RB22: “Se isso não funciona porque algo dá errado todas as vezes, é claro que fico frustrado. Por outro lado, você não está lutando pelo campeonato mundial, então precisa colocar isso um pouco em perspectiva”, acrescentou.
O holandês também evitou atribuir a responsabilidade a uma pessoa específica dentro da equipe: “É uma equipe muito grande. É simplesmente uma pena que, nesta temporada, muitas coisas simplesmente não estejam sempre certas”, completou.
