Oscar Piastri terminou o segundo treino livre do GP do México da Fórmula 1 de maneira otimista, já que acredita que seu carro lidou melhor com a altitude do que imaginava ser possível.
O Autódromo Hermanos Rodríguez é mais de 2.200 metros acima do nível do mas. O ar rarefeito acaba afetando os motores dos carros, se tornando esse um dos finais de semana mais exigentes do calendário.
“Foi difícil, com certeza, mas não creio que tenha sido necessariamente pior do que eu esperava; na verdade, talvez tenha sido até um pouco melhor. Então, sim, tudo correu bem. Para ser sincero, parece que fomos relativamente competitivos”, falou após o TL2.

“Minha volta com pneus macios no segundo treino livre foi um tanto desorganizada, mas senti que o ritmo geral está presente. A Ferrari pareceu muito forte, o que, de certa forma, já era de se esperar em uma pista como esta —, mas acredito que tivemos um dia bastante positivo.”
O australiano seguiu e afirmou que a medida que corrigir seus erros, deve se sair melhor na classificação, apesar de reconhecer a força da Ferrari. “Cometi alguns erros bem graves; por isso, estou otimista de que, se eu conseguir corrigi-los, poderei subir bastante na tabela, o que é uma sensação muito boa. Dito isso, superar a Ferrari amanhã será um desafio enorme, pelo que parece. Além disso, a disputa está muito acirrada em todo o grid, então será preciso estar no auge do desempenho.”
Por fim, falando sobre como adaptou a pilotagem às condições da pista, explicou que “é complicado. A aderência é simplesmente muito baixa. Sinceramente, com os carros deste ano, a situação é parecida na maioria dos circuitos, então não chega a ser algo tão drástico aqui. Ainda assim, é sempre um desafio — não apenas em relação ao equilíbrio do carro, mas também no que diz respeito ao resfriamento dos motores, que tem sido uma tarefa bem difícil nesta temporada.”
