Pierre Gasly acredita que a Alpine tem condições de disputar uma vaga no Q3 no GP da Itália de Fórmula 1, apesar dos resultados modestos nos treinos livres dessa sexta-feira. O francês terminou o TL2 em 14º, mas afirmou que a posição não representa o verdadeiro potencial do carro.
Gasly não participou do TL1, cedendo seu carro a Paul Aron, que terminou a sessão em décimo, enquanto Franco Colapinto foi nono. No TL2, Colapinto ficou em 11º, e Gasly destacou que pequenas evoluções podem fazer diferença em uma disputa bastante apertada.
“Não acho que o ranking reflita com precisão nosso desempenho real. Há algum potencial no carro aqui e acho que a disputa pelo top dez será acirrada”, afirmou Gasly, que espera encontrar ganhos antes da sessão de classificação: “Estou confiante de que podemos estar na disputa para o Q3”, disse ele.

Colapinto também apontou um cenário de margens pequenas em Monza, mas teve dificuldades maiores durante o TL2. O argentino explicou que perdeu aderência, principalmente nos ápices das curvas, depois de uma primeira sessão em que chegou a aparecer entre os cinco primeiros com os pneus médios.
“Parecia que eu não tinha mais aderência, especialmente nos ápices das curvas, então precisamos entender o porquê”, acrescentou Colapinto. Segundo o piloto argentino, o calor intenso pode ter influenciado o comportamento do carro, enquanto a preparação para a sessão de classificação será concentrada em descobrir a origem dos problemas.
Aron, por sua vez, avaliou positivamente a experiência no TL1, apesar do trânsito ter prejudicado suas voltas rápidas com os pneus macios e uma bandeira vermelha ter reduzido seu tempo de pista. O estoniano afirmou que a equipe conseguiu cumprir a maior parte do programa e irá retornar a Enstone para continuar o trabalho no simulador.
