A FIA confirmou que Ferrari e Aston Martin violaram o toque de recolher antes do TL3 do GP do México de Fórmula 1. As duas equipes, porém, não receberão penalidades, pois utilizaram exceções previstas no regulamento para esse tipo de situação.
O time italiano chegou à sua terceira utilização das quatro exceções permitidas na temporada 2026. Já a Aston Martin recorreu ao procedimento pela segunda vez no ano, mantendo outras duas oportunidades disponíveis.
De acordo com os documentos oficiais da FIA, funcionários das duas equipes ligados à operação dos carros, permaneceram no circuito durante o período de restrição iniciado às 21h de quinta-feira (30). O intervalo de 11 horas e meia terminaria às 8h30 de sexta-feira (31), três horas antes do início programado do TL3, todos horários oficiais no México.

Embora a entidade não tenha especificado quais carros exigiram os trabalhos durante a madrugada, Ferrari e Aston Martin enfrentaram dificuldades mecânicas nas atividades anteriores. Lewis Hamilton interrompeu sua participação no TL2 depois de aparentemente sofrer uma perda completa de potência em seu carro da Ferrari. O heptacampeão chegou a demonstrar preocupação com a possibilidade de o problema comprometer o restante de seu fim de semana.
Na Aston Martin, Lance Stroll não participou do TL1. Jak Crawford, que assumiu o carro do canadense na sessão, enfrentou um problema mecânico e precisou parar na curva 1, provocando o acionamento do Safety Car Virtual.
Fernando Alonso também indicou que a situação ainda exigia atenção da equipe. O espanhol confirmou que o carro de Stroll continuava apresentando problemas que precisariam ser examinados no dia seguinte.
A documentação da FIA confirmou que a Ferrari utilizou sua terceira exceção, enquanto a Aston Martin consumiu a segunda. Como ambas ainda estavam dentro do limite de quatro liberações, nenhuma das equipes será penalizada pela quebra do toque de recolher.
