F1: Bearman diz que ver Antonelli e Hadjar em times competitivos “é uma validação”

Oliver Bearman acredita que passar mais uma temporada defendendo a Haas na Fórmula 1 não seria algo negativo, mesmo que seu companheiro de Fórmula 2 Kimi Antonelli esteja brilhando em seu segundo ano no grid.

A Ferrari já definiu sua dupla de pilotos para 2027 com a renovação multianual com Charles Leclerc, deixando o jovem britânico sem uma chance de encontrar uma vaga na escuderia de Maranello a curto prazo.

Entretanto, mesmo vendo Antonelli, piloto de sua mesma geração, em uma equipe já competitiva, Bearman mostrou confiança em suas habilidades e que ver os exemplos de Kimi e Isack Hadjar apenas reforça a ideia.  “Eu tenho o que é preciso. E ver alguém como Kimi e até mesmo Isack, da minha idade, da minha geração, se destacando na frente, é uma espécie de validação para mim mesmo, porque já corri com eles na F4, F3 e F2. Mas não estou decepcionado”, disse.

Oliver Bearman (GBR) Haas F1 Team VF-26.
Foto: XPB Images

“Não estou triste. Faz parte da minha jornada. Estou gostando muito do que estou fazendo com a Haas. Não vejo a permanência na Haas em 2027 como algo ruim. Acho que é uma grande oportunidade. A equipe está em uma trajetória fantástica e estou curtindo muito essa jornada que estamos todos juntos”, seguiu.

Ao ser questionado se ainda estará na Haas na temporada 2027 da Fórmula 1, Ollie respondeu que “não sei.”

Sobre as expectativas e atenção que recebe por ser um talento promissor, Bearman destacou que “não é o ideal. Eu gosto de simplesmente pilotar o carro e fazer meu trabalho, mas é normal. Eu também tive, é claro, uma experiência fantástica fazendo minha primeira corrida com a Ferrari.”

“Isso também foi um grande aprendizado para mim, porque toda a atenção estava voltada para mim. Então, qualquer corrida que eu tenha feito desde então tem sido muito mais fácil em termos de… Eu tive mais tempo para me preparar, menos atenção e tempo para evoluir, cometer erros e aprender. Mas é normal, F1, as pessoas adoram falar e inventar histórias”, encerrou.