F1: Audi fala em classificação “obviamente frustrante” com dupla queda no Q1 em Baku

A Audi teve uma classificação para esquecer para o GP do Azerbaijão da Fórmula 1. Nesta sexta-feira (25), tanto Gabriel Bortoleto quanto Nico Hülkenberg não conseguiram avançar do Q1, dividindo a nona fila de saída.

Para a etapa em Baku, o time levou mais de dez atualizações para os carros, mas não conseguiu extrair o máximo do desempenho – essa é a primeira vez que ambos pilotos não passam para o Q2. Com isso, o brasileiro conseguiu apenas a 17ª posição no grid. “É claro que este não é o resultado de classificação que queríamos hoje”, disse.

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“As duas primeiras tentativas que fiz pareceram muito boas; na última, porém, simplesmente não consegui encontrar aderência, e uma bandeira amarela no final da minha volta rápida decisiva também me obrigou a tirar o pé. Provavelmente deixamos algo na mesa, mas acredito que teria sido difícil avançar muito hoje de qualquer forma.”

Nico Hulkenberg (GER) Audi F1 Team R26.
Foto: XPB Images

“No geral, tem sido um fim de semana bastante desafiador para nós até agora. Em algumas voltas parece que temos aderência, e em outras parece que estamos sofrendo com a falta dela. Faltou um pouco de ritmo ao longo das sessões, então precisamos analisar tudo, entender o que não funcionou, assimilar o aprendizado e tentar novamente amanhã”, continuou.

Enquanto isso, o alemão vai sair apenas em 18º, lamentando também o desempenho da Audi no Azerbaijão. “O resultado de hoje é obviamente decepcionante, pois sinto que fomos mais competitivos do que a classificação final sugere.”

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“Na primeira tentativa, perdemos o vácuo, o que faz muita diferença aqui. Depois, na minha volta final, fui prejudicado por uma bandeira amarela na Curva 15 e, novamente, não tive vácuo na longa reta. Também nos faltou um pouco de velocidade em reta, o que torna as coisas particularmente difíceis neste circuito.”

“Naturalmente, ainda temos mais a aprender sobre as atualizações enquanto trabalhamos para entender e otimizar o pacote. Largar lá atrás nunca é fácil, mas estamos em Baku e oportunidades podem surgir; por isso, precisamos ficar atentos e prontos para aproveitá-las”, encerrou.