F1: Aston Martin admite dificuldades antes da sequência do fim de semana em Monza

Lance Stroll não escondeu sua preocupação com o desempenho da Aston Martin na sexta-feira de treinos livres do GP da Itália de Fórmula 1. O canadense afirmou que a equipe ainda precisa melhorar principalmente a dirigibilidade e a potência do carro.

Após as atividades dessa sexta-feira, Stroll avaliou que o AMR ainda está distante do nível desejado, deixando uma perspectiva pouco otimista para o restante do final de semana: “O carro ainda não está onde queremos que esteja, então ainda há trabalho a fazer. Realisticamente, será um fim de semana difícil para nós”, afirmou.

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O piloto canadense explicou que o comportamento do carro ficou dentro do que a equipe esperava para Monza, mas destacou que existem pontos importantes a serem corrigidos: “Foi praticamente como esperávamos hoje. Ainda temos muitas áreas em que precisamos melhorar, principalmente com dirigibilidade e potência”, acrescentou.

Fernando Alonso (ESP) Aston Martin F1 Team AMR26.
Foto: XPB Images

Do lado da equipe, o ex-piloto Pedro de la Rosa, diretor da Aston Martin, também reconheceu a dificuldade encontrada no circuito italiano. Segundo ele, o time completou o programa planejado, trabalhando com todos os compostos de pneus, mapeamentos aerodinâmicos e simulações de trechos curtos e longos para compreender a degradação dos pneus.

Fernando Alonso, por sua vez, teve um problema elétrico dentro da garagem, o que atrasou o início de sua participação no TL2. Ainda assim, Stroll conseguiu completar um número sólido de voltas, permitindo à equipe reunir dados considerados importantes para a sequência do fim de semana: “Vamos continuar trabalhando duro para tirar o máximo possível deste fim de semana”, encerrou De la Rosa.

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